Tempo, distância e acesso não são mais limites para o atendimento à saúde com o advento da Telemedicina. A tecnologia eliminou barreiras geográficas, integrou distâncias por meio da internet e vem promovendo uma verdadeira revolução no cuidado.
No entanto, há algo que ainda pode dificultar a maior adoção da Telemedicina em algumas regiões: as barreiras culturais. Diferenças na percepção do que é saúde, resistência às novas tecnologias e mesmo diferenças linguísticas são alguns dos desafios enfrentados.
Neste artigo, listamos quatro soluções para que o seu projeto em Telemedicina supere estes muros invisíveis, mas tão presentes quando questões geográficas e culturais entram em cena.
Sensibilidade cultural
A percepção, a abordagem e mesmo o jeito de lidar com a saúde e o atendimento médico variam de uma região para outra, principalmente em um país de largas dimensões como o nosso.
Portanto, o projeto de Telemedicina e os médicos da linha de frente precisam estar atentos a essas variações. Um exemplo: enquanto moradores de metrópoles tendem a ser mais práticos e acostumados a procedimentos burocráticos, pacientes de pequenas cidades, vilas e zona rural estimam o “calor humano”, a acolhida e a ajuda com os detalhes técnicos.
Seja maleável para compreender essas variações, disponha-se a sempre dar esclarecimentos sobre como funciona a Telemedicina e seja atencioso e receptivo às diferenças.
Tecnologia acessível e adaptada
O acesso à internet de qualidade e aos dispositivos com tecnologia mais avançada não estão igualmente distribuídos no Brasil.
Isso precisa ser levado em consideração especialmente nos projetos dedicados a atender os rincões mais distantes dos grandes centros.
Para atender estes locais, é preciso que a plataforma de Telemedicina esteja apta a funcionar em diferentes dispositivos, incluindo celulares mais simples.
Além disso, formatos de comunicação mais acessíveis, como mensagens de texto, podem ser uma boa opção.
Facilitar o acesso não é apenas disponibilizar o serviço. É preciso assimilar as diferentes contingências e adaptar-se a elas.
Educação contínua
Para alguns públicos, a palavra Telemedicina ainda é pouco ou totalmente desconhecida! E, psicologicamente falando, tudo o que é estranho para nós gera apreensão e desconfiança.
Para superar este limite, é preciso investir em informação e educação contínua. Por isso, considere incluir em seu projeto campanhas educativas, vídeos explicativos e outros materiais que esmiúçam o que é a Telemedicina.
Deixe claro como ela funciona, quais são as suas vantagens, de que maneira é feita a consulta e como os pacientes são atendidos e acompanhados em todo o processo.
Aos poucos, ela deixará de ser vista como um “bicho de sete cabeças” e se tornará uma verdadeira parceira dos usuários.
Capacitação profissional
Treinar médicos e demais profissionais de saúde é uma necessidade para superar as barreiras culturais.
O movimento contrário também é válido. Quem está na linha de frente deve levar as demandas das comunidades à gerência da plataforma de Telemedicina – que, por sua vez, tem de promover possíveis adaptações, inserções etc.
Lidar com pessoas jamais deve ser uma via de mão única. É preciso valorizar a escuta ativa, a empatia pelo próximo e ser adaptável para que a qualidade do atendimento tenha excelência.
Democratização do acesso à saúde
Encarar, entender e superar as barreiras culturais é uma necessidade dos projetos de Telemedicina. Sem isso, a tecnologia pode até chegar às regiões mais remotas do País, porém, é vista como um alienígena pela população local – e deixa de ser efetiva.
Aqui na Doutor ao Vivo, sempre consideramos as particularidades locais em nossos projetos e em nossa Plataforma de Telemedicina. Não à toa ela é white label, propiciando a você adaptabilidade total às demandas próprias de cada região.
Humanizar o cuidado por meio da integração entre tecnologia e saúde é o nosso objetivo. Conte conosco para revolucionar o cuidado!
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