Telemedicina: a revolução que democratiza o acesso à saúde

Os números e os fatos comprovam: a Telemedicina promove uma verdadeira revolução que democratiza o acesso à saúde.

Tanto para a rede pública, quanto para empresas e instituições de saúde privadas, a adoção da Telemedicina e de outras soluções de Saúde Digital é um dos caminhos mais promissores para atender com qualidade, rapidez e alto índice de resolutividade a um número de pessoas que não para de crescer.

O assunto foi um dos temas discutidos no webinar “Saúde Digital e Telemedicina: como implementar na sua operadora de saúde”, realizado dia 8 de maio, com participação do COO da Doutor ao Vivo, Gian Pestana.

. Números preocupantes

. Resolutividade alta

. Projeto de Telemedicina

. Canais de agendamento e atendimento

. Jornada do paciente

. Contato

Números preocupantes

As dimensões continentais do Brasil e a carência de infraestruturas básicas de transporte e mobilidade fazem com que o acesso à saúde enfrente enormes desafios.

De acordo com o estudo Demografia Médica Brasil 2023 (FMUSP), 62% dos médicos estão localizados em apenas 1% dos municípios. Outro dado alarmante: 68% dos municípios têm uma proporção médica 14 vezes menor do que a das capitais.

Além disso, 34% dos municípios brasileiros não possuem qualquer atendimento de saúde privado – dependendo exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS).

Resolutividade alta

Por outro lado, os dados relativos à Telemedicina são extremamente positivos. Levantamento apresentado pelo site Saúde Digital Brasil feito com seis empresas do setor durante três meses revelou que, de um total de 1,2 milhão de teleconsultas efetuadas, 95,7% tiveram resolutividade positiva.

“Um projeto bem estruturado de Telemedicina pode resolver de forma prática esse grande vazio assistencial. Há um gap imenso a ser explorado”, observou Pestana.

Dessa maneira, a Telemedicina é capaz de diminuir a volumetria do atendimento presencial, mantendo o cuidado à população e a eficiência operacional. As grandes filas do SUS e mesmo as que têm afetado as operadoras de saúde nos anos pós-pandemia, por exemplo, ficam significativamente menores.

Outras vantagens: o uso de um canal digital de atendimento traz economia às instituições de saúde e mais conforto ao paciente.

Projeto de Telemedicina

Um projeto eficiente de Telemedicina precisa obedecer a alguns pré-requisitos mínimos. Vamos a eles, ponto a ponto, por ordem de importância.

. Jornada do paciente: é o primeiro aspecto a ser avaliado. O projeto de Telemedicina não pode oferecer uma jornada complexa ao paciente. É preciso que ela seja intuitiva, capaz de abarcar desde os usuários mais jovens até os mais idosos.

. Estrutura tecnológica: a instituição possui equipe de Tecnologia da Informação dedicada para a Telemedicina? O sistema já está apto a embarcar soluções em Saúde Digital? A instituição tem capacidade para realizar tudo isso sozinha ou vale mais a pena recorrer a uma empresa parceira especializada?

. Equipe operacional: os médicos e demais profissionais da equipe estão preparados para as teleconsultas? Afinal, trata-se de uma mudança significativa de cultura organizacional, de hábitos e modus operandi. É preciso, antes, treinar a equipe e habituá-la à novidade.

Canais de agendamento e atendimento

Depois de entender o que é preciso para que um projeto de Telemedicina ganhe vida, é preciso estabelecer que tipo de canal de agendamento e atendimento a empresa ou instituição de saúde deseja adotar.

Cada um deles possui diferentes modos de integração. Conheça as opções:

. Fluxo de concierge/manual: o atendimento é realizado por um profissional da empresa ou instituição de saúde, por meio de telefone ou troca de mensagens, sem integração com o sistema. A principal vantagem desse canal é que não é preciso embarcar todo um projeto de tecnologia sem a certeza de que o serviço terá adesão.

. Auto agendamento online: o paciente é responsável por agendar a consulta, por meio de um portal. Já nessa fase é possível envolver pagamento ou autorização por parte do plano de saúde.

. Pronto-atendimento digital: o paciente acessa a plataforma e assume uma posição na fila de atendimento online, onde aguarda o momento de ser chamado e atendido. Com isso, o médico atende sob demanda, acompanhando a sequência da fila.

. Pronto-atendimento agendado: sistema híbrido e, em geral, aplicado nos atendimentos de grandes volumes de pacientes. Nele, um grupo de pacientes é agendado para determinado horário. Ao acessar a plataforma, o grupo entra em uma fila virtual. Esse canal permite que se trabalhe com overbooking, para se cobrir faltas sem aviso prévio (no-show).

. Pronto-atendimento com triagem e encaminhamento: é um complemento aos fluxos já citados de pronto-atendimento. Porém, este acrescenta uma fila de triagem antes de o paciente ser atendido pelo médico – o chamado atendimento de barreira. A vantagem é que o encaminhamento é feito somente quando de fato é necessário que o paciente seja consultado por um especialista.

. Phygital (Totem de Telemedicina): composto por um totem de teleconsulta capaz de efetuar uma série de exames básicos (pressão arterial, batimentos cardíacos, oxigenação sanguínea e temperatura corporal) antes de o paciente ingressar na consulta. Trata-se de um recurso importante para ampliar o cuidado na parte final do acesso.

Jornada do paciente

Com tudo isso, a jornada completa do paciente em telemedicina pode ser definida em 15 passos.

Note que as etapas vão muito além do atendimento e da consulta e englobam desde critérios de autoridade e publicidade da marca até o checkout e a integração dos dados do sistema.

São elas, em sequência:

. Reconhecimento da marca

. Presença digital

. Agendamento online e fila virtual

. Pagamento integrado e autorização

. Engajamento com notificações (WhatsApp, SMS e e-mail)

. Check-in online e elegibilidade

. Validação da conectividade

. Pré-anamnese e aferições no totem

. Sala de espera virtual

. Teleconsulta

. Prescrição e exames

. NPS (pesquisa de satisfação)

. Encaminhamento para um especialista

. Prontuário unificado e assistência contínua

. Integração de dados por API

A jornada digital do paciente desenvolvida pela Doutor ao Vivo percorre todas essas etapas.

Além da nossa experiência como pioneiros da telemedicina, ainda em tempos pré-pandemia, nossas soluções estão entre as mais completas do mercado.

Nossa operação clínica é 24 horas por dia, sete dias por semana. Já somamos 1,5 milhão de teleconsultas realizadas, 1 milhão de pacientes atendidos, 12 mil profissionais de saúde cadastrados e mais de 200 clientes atendidos.

Contato

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